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Quinta-Feira, 26 de Julho de 2018 09:07

Saúde

Vila Rica, Bom Jesus e Santa Cruz do Xingu estão em situação de alerta para infestação do Aedes

Por meio da assessoria de imprensa, a Ses/MT informou que este foi o primeiro dos quatro levantamentos entomológicos previstos para 2018
Vila Rica, Bom Jesus e Santa Cruz do Xingu estão em situação de alerta para infestação do Aedes Eldorado.fm

A Secretaria de Estado de Saúde divulgou, ontem, o estudo que identifica os criadouros do mosquito Aedes aegypti e a situação de infestação nos municípios. O Levantamento de Índice Rápido (LIRAa), realizado na primeira quinzena de junho, mostra que dos 141 municípios mato-grossenses, Cuiabá e Várzea Grande estão em situação de risco e 34 cidades estão em situação de alerta. 

Por meio da assessoria de imprensa, a Ses/MT informou que este foi o primeiro dos quatro levantamentos entomológicos previstos para 2018 diante da necessidade de monitoramento da infestação por Aedes aegypti. Conforme a classificação de risco descrita no manual de diretrizes nacionais para a prevenção e controle da dengue, os 141 municípios do estado estão classificados, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), da seguinte maneira: 105 (75% do total) apresentaram índices considerados satisfatórios; 34 (23%) estão em alerta; e dois, estão em risco, Cuiabá com IIP (Índice de Infestação predial) de 5,3%, e Várzea Grande com IIP de 4%. 

Segundo metodologia do Ministério da Saúde, para fazer o LIRAa o município é dividido em grupos de 9 mil a 12 mil imóveis com características semelhantes. Em cada grupo, também chamado estrato, são pesquisados 450 imóveis. Os estratos com índices de infestação predial inferiores a 1% estão em condições satisfatórias; de 1% a 3,9% estão em situação de alerta; e superior a 4% há risco de surto de dengue. Os dados, enviados pelos municípios, são repassados pela SES ao Ministério da Saúde. 

Embora 75% dos municípios apresentaram índices abaixo de 1%, 25% dos municípios estão em situação de alerta ou apresentam risco para epidemias de dengue, zika e febre chikungunya. “O cenário entomológico requer atenção redobrada, uma vez que estamos em período de seca e nem entramos ainda na estação chuvosa”, observa a coordenadora de Vigilância em Saúde Ambiental, Ludmila Sophia de Souza, por meio da assessoria de imprensa. 

O LIRAa permite a execução de ações de controle para as áreas mais críticas. Conforme a coordenadora, esses resultados servem de alerta para que os gestores e também a população intensifiquem o cuidado, adotando medidas de prevenção e controle do Aedes para que a situação de infestação vetorial não se agrave ainda mais com a chegada do período chuvoso. 

“Destacamos que os principais criadouros são reservatórios de água ao nível do solo e lixo doméstico, tais como latas e entulhos. Este alerta também se aplica aos municípios, cujos índices foram considerados satisfatórios. É importante lembrar que os municípios que apresentaram índice igual à zero (o), estejam atentos, em manter esta situação por meio de medidas educativas junto aos munícipes”, recomenda Ludmila de Souza. 

Os 34 municípios que estão em situação de alerta são os seguintes: Nova Nazaré (3,5%), Porto Esperidião (3,4%), Figueirópolis D´Oeste (3%), Juara (2,7%), Barão de Melgaço (2,6%), Rosário Oeste (2,5%), Vale de São Domingos (2,4%), Barra do Bugres (2,2%), Chapada dos Guimarães (2,2%), Paranaíta (2,2%), Alto Paraguai (2,1%), Araputanga (2,1%), Porto Estrela (2,1%), Indiavaí (1,9%), Tapurah (1,9%), Ribeirãozinho (1.8%) e Bom Jesus do Araguaia (1,7%). 

Os demais são Vila Rica (1,7%), Acorizal (1,5%), Guiratinga (1,4%), Jauru (1,4%), Pedra Preta (1,4%), Campos de Júlio (1,3%), Comodoro (1,3%), Ipiranga do Norte (1,3%), Nova Brasilândia (1,3%), Nova Guarita (1,3%), Cáceres (1,2%), Santa Cruz do Xingu (1,2%), Santo Afonso (1,2%), São José dos Quatro Marcos (1,2%), Nossa Senhora do Livramento (1,1%), Poxoréo (1,1%) e Rondolândia (1,1%).

Fonte: Redação Olhar Alerta

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