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Terça-Feira, 03 de Abril de 2018 08:39

Araguaia

Saúde de Porto Alegre do Norte intensifica ações de combate a hanseníase

Segundo dados da Vigilância Ambiental e Epidemiológica de Porto Alegre do Norte, em 2017 foram notificados 20 casos de hanseníase
Saúde de Porto Alegre do Norte intensifica ações de combate a hanseníase ( Foto: Reprodução )

A Secretaria de Saúde de Porto Alegre do Norte, está realizando inúmeras ações para combater a hanseníase, doença infecciosa, causada pelo bacilo de Hansen, o Secretário Municipal de Saúde, Romeu Martinez, informou que o combate à doença se tornou prioridade.

De acordo com Kilvia Alves Ribeiro, Coordenadora da Vigilância Ambiental e Epidemiológica do município, a doença é caracterizada por atingir principalmente a pele e os nervos dos braços, mãos, pernas e pés, causando incapacidades físicas, a enfermidade pode ser evitada com a vacina BCG, integrante do calendário de vacinação infantil e que está disponível na rede pública de saúde.

Kilvia disse que ao sentir os primeiros sintomas, que são manchas na pele com alteração da sensibilidade térmica ou dolorosa, além do comprometimento neural periférico em mãos, pés e face, é necessário que o paciente procure uma unidade de saúde para o diagnóstico.

Segundo dados da Vigilância Ambiental e Epidemiológica de Porto Alegre do Norte, em 2017 foram notificados 20 casos de hanseníase e 01 de tuberculose, já nos primeiros 03 meses de 2018, os técnicos registraram 05 novos casos de hanseníase no município.

Além da demanda espontânea para diagnóstico, Kilvia salienta que a Secretaria de Saúde realiza a busca ativa de casos, principalmente no mês de janeiro, quando é realizado o Janeiro Roxo, uma vez que o diagnóstico precoce é essencial para o sucesso do tratamento e prevenção, a busca também é realizada nas escolas através do programa Saúde na Escola.

Tratamento – A gerente de vigilância e controle das doenças transmissíveis ressaltou que a doença tem cura e tem todo o seu tratamento é disponível pelo Sistema Único de Saúde (SUS). “Os postos de saúde estão aptos a realizar o tratamento, que é imprescindível para evitar sequelas mais graves e a disseminação da doença”, explicou.

O tratamento possui uma duração de seis meses ou um ano, dependendo do estágio e forma da doença. “Também é realizado exames nas pessoas de contato próximo com o paciente, visando assegurar a segurança e saúde das pessoas próximas”, salientou a coordenadora.

Ela lembrou que, após o início do tratamento a transmissão da doença é interrompida. “Ainda existe um estigma social muito forte associado à hanseníase, mas é importante frisar que a doença tem cura e deve ser diagnosticada e tratada” finalizou Kilvia Alves Ribeiro. 

Fonte: Redação Olhar Alerta

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