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Quarta-Feira, 11 de Setembro de 2019 08:02

Economia

Poder Judiciário reduz consumo de energia elétrica, comarca de Vila Rica é destaque

O método utilizado para medir os resultados é a ferramenta Gestão Matricial das Despesas (GMD), criada em conjunto com o Conselho Nacional de Justiça (CNJ)
Poder Judiciário reduz consumo de energia elétrica, comarca de Vila Rica é destaque Reprodução

Garantir a melhor utilização da energia elétrica através de medidas que promovam o seu uso racional está entre as ações adotadas pelo Poder Judiciário de Mato Grosso, para fomentar a sustentabilidade, evitar desperdícios e reduzir despesas. Com isso é possível investir em melhor atendimento para o cidadão e também na qualidade de trabalho dos servidores. No período de novembro de 2018 a julho de 2019 o Judiciário mato-grossense reduziu mais de 1.500 milhão de kwh, o que representa a diminuição de 11% em relação ao mesmo período do ano passado. Para se ter uma ideia, com esse percentual seria possível abastecer as oito comarcas de Terceira Entrância.

O destaque de redução do custo de energia é para a sede do Tribunal de Justiça e outras 19 comarcas (Nova Ubiratã, Sinop, Pontes e Lacerda, Querência, Feliz Natal, Vila Rica, Peixoto de Azevedo, Guiratinga, Mirassol D’Oeste, Jauru, Paranaíta, Rosário Oeste, São José do Rio Claro, Santo Antonio de Leverger, Novo São Joaquim, Nova Monte Verde, Arenápolis, Alta Floresta e Cuiabá) que vêm se esforçando para diminuir os gastos com essa despesa.

Mesmo em um Estado como Mato Grosso, onde o índice de calor é alto e com a expansão de prédios, a meta era manter o percentual de consumo e a redução apresentada é um avanço, graças a medidas eficientes que foram adotadas através de campanhas de conscientização e também da substituição das lâmpadas normais pelas de led, em parceria com o Núcleo Socioambiental do Tribunal de Justiça.

“Já está provado que as práticas disseminadas estão funcionando. Temos consciência de que cada prédio construído aumenta o consumo e essa economia de energia registrada foi um ganho”, disse o coordenador de Infraestrutura do TJMT, Roberto Ciryaco.

Cada luz apagada, computador ou ar condicionado desligados ao sair da sala trazem ganhos para o Poder Judiciário e exige mudança de comportamento. “São mais de cinco mil servidores. Se cada um adotar esses pequenos hábitos com certeza nossa economia será muito maior do que a que temos hoje”, reitera Ciryaco.

A energia elétrica é uma das despesas inclusas no programa Economia Legal, do PJMT,  assim como Correios, telefonia fixa, telefonia móvel, impressão e outsourcing. As comarcas que mais reduzirem os custos, nessa disputa saudável, recebem selos de reconhecimento (Diamante, Ouro, Prata e Bronze). O objetivo é estimular e promover a conscientização de servidores para questões relacionadas à sustentabilidade e economia, uma das premissas da atual gestão, biênio 2019/2020.

A assessora da Coordenadoria de Planejamento (Coplan), Vera Lícia de Arimateia diz que com os dados do mês de julho o que se percebe é que as comarcas estão se empenhando para alcançar resultados positivos. “Em especial na energia elétrica as comarcas têm se destacado porque a gente vê uma média de redução de 11%. É uma grande satisfação falar isso porque é uma das despesas mais caras e sem contar que tem subido o valor em reais. Então a gente vê o esforço, considerando o consumo de cada uma das comarcas e também dos setores do tribunal e isso representa muito”, afirma.

Ranking – se a competição terminasse no mês de julho, as comarcas que levariam o selo ouro são: Água Boa, Guarantã do Norte, São José do Rio Claro e Nova Mutum. A Comarca de Mirassol D’Oeste ficaria com o selo prata e com o selo bronze as comarcas de: Alto Garças, Querência, Dom Aquino, Tangará da Serra, Rondonópolis, Peixoto de Azevedo, Arenápolis, Colíder, Guiratinga, Ribeirão Cascalheira, Paranatinga, Porto Alegre do Norte e Nova Ubiratã.

Os números são enviados à Coplan e alterados mês a mês em razão das ações de conscientização desenvolvidas em cada Comarca. O resultado é apresentado no fim do ano, em cerimônia realizada na sede do Palácio da Justiça, na Capital.

O método utilizado para medir os resultados é a ferramenta Gestão Matricial das Despesas (GMD), criada em conjunto com o Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

Fonte: Redação Olhar Alerta

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