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Terça-Feira, 21 de Maio de 2019 09:56

Internacional

Oportunidades como essa que eu tenho serão raras, diz confresense que faz intercâmbio na Rússia

Kaime está no último ano de direito, e deve voltar ao Brasil em junho, para concluir o curso em sua universidade de origem
Oportunidades como essa que eu tenho serão raras, diz confresense que faz intercâmbio na Rússia Kaime Silvestre é natural de Confresa. (Foto: Olhar Alerta)

O confresense Kaime Silvestre, de 22 anos, ex-estudante de técnico em agropecuária do Instituto Federal de Mato Grosso (IFMT), campus Confresa, ingressou no curso de direito na Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), em Minas Gerais, e atualmente, faz intercâmbio na cidade de Tomsk, na Rússia.

Em entrevista ao site Olhar Alerta, Kaime disse que enquanto estudou no IFMT teve professores com elevada formação, o que possibilitou um aprendizado de qualidade: “participei de pesquisas científicas, competições e de inúmeros eventos acadêmicos. Uma das recordações que tenho dessa importante fase da minha vida é em relação ao equipamento que desenvolvemos, capaz de despoluir lagos utilizando energia hidráulica, uma energia limpa a baixo custo. Fomos apresentar esse trabalho em uma feira de ciências da Unicamp, em São Paulo, e minha equipe foi até uma das premiadas”.

Para ele, o IFMT, assim como outras instituições públicas, produzem ciência e conhecimentos que facilitam a vida das empresas, e, consequentemente, a vida da população: “é fato que países que não investem na educação, estão condenados a uma economia frágil”.

O ensino do instituto, fez com que ele fosse aprovado em diversas universidades bem conceituadas do país como a UFJF, UFMG e UFRJ. Ele optou pela federal de Juiz de Fora, onde conseguiu uma bolsa de intercâmbio para estudar na Rússia, local em que está desde janeiro.

“Educação não transforma o mundo, educação transforma pessoas, pessoas transformam o mundo” – comenta ele sobre a missão do IFMT – “eu sou muito grato por todo o aprendizado que essa instituição me possibilitou”.

Questionado sobre o que acredita que acontecerá caso a contingência na educação seja uma realidade, Kaime afirmou que oportunidades como a que ele vive no momento, serão difíceis: “oportunidades como essa que estou tendo serão cada vez mais raras, o que é uma pena. É evidente que a educação não é uma das prioridades do novo governo”.

Kaime está no último ano de direito, e deve voltar ao Brasil em junho, para concluir o curso em sua universidade de origem. A família do rapaz continua a residir em Confresa.

Fonte: Redação Olhar Alerta

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