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Quinta-Feira, 07 de Junho de 2018 08:05

Antiga Suiá Missú

IBAMA realiza queimadas controladas na reserva Maraiwatsede para evitar incêndios criminosos

A técnica consiste no monitoramento através de imagens de satélite das áreas de maior concentração de biomassa aptas a queima
IBAMA realiza queimadas controladas na reserva Maraiwatsede para evitar incêndios criminosos ( Foto: Ilustrativa )

O mês de junho consolida uma nova estratégia de preservação adotada pelo IBAMA. A autarquia passou a investir em ações preventivas a danos ambientais, como o Manejo Integrado do Fogo – MIF. Neste, as brigadas de incêndio do Araguaia estão atuando na Terra indígena Maraiwatsede desde a segunda quinzena de maio, promovendo a queima de vegetais mortos para evitar que estes sejam combustíveis de grandes incêndios nos períodos mais secos e quentes do ano. 

A técnica consiste no monitoramento através de imagens de satélite das áreas de maior concentração de biomassa aptas a queima. A partir desta identificação, os analistas estabelecem o perímetro de queima e posicionam os brigadistas de forma que haja total controle do fogo a ser aplicado. A expectativa é a conservação das áreas verdes da reserva e o fim dos incêndios que atravessam por propriedades vizinhas e causam prejuízos a moradores e produtores rurais. 

Além do MIF, O IBAMA lançou também as operações Apoena e Panótico. Nesta última, proprietários rurais de imóveis em locais identificados como de alta perspectiva de desmatamentos ilegais, mediante metodologia própria da casa e material produzido por Instituições parceiras, são comunicados por endereço eletrônico de que seu imóvel está dentre aqueles de vigilância continua. No caso da primeira, a prevenção dos incêndios criminosos em áreas recém-abertas, é o objetivo da autarquia. 

Segundo Leandro Nogueira, chefe do IBAMA em Barra do Garças, enquanto muitos autuados pelo IBAMA questionam aos agentes de quem partiu a denúncia, há satélites atuais que acusam o desmate em 24h e há imagens geradas a partir da destruição de 6,25 hectares. 

Fonte: Redação Olhar Alerta com Assessoria

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