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Quinta-Feira, 19 de Outubro de 2017 13:26

Crise

Governo do Estado deve mais de 2 milhões ao Hospital de Confresa, atraso gera caos financeiro

A situação financeira do município foi classificada nesta semana pelo Governo Municipal como gravíssima
Autor: Uasley Werneck

A situação financeira da maior cidade da região do Araguaia, Confresa, vive um de seus momentos mais graves, com a falta de repasses do Governo Estadual e da União e com a queda acentuada de várias receitas.

A situação financeira do município foi classificada nesta semana pelo Governo Municipal como gravíssima, uma das maiores já vivenciada na história de Confresa.

Um dos exemplos do drama financeiro é o hospital Municipal de Confresa, que segundo a Secretaria de Finanças desde de Junho não recebe os recursos da portaria 111 que mantém a unidade como regional, recebendo pacientes de toda a região Norte do Araguaia. Só nesta portaria o governo do estado deve para Confresa um montante de R$ 2 milhões e 500 mil, causando um verdadeiro caos financeiro.

Com a falta de repasses do Governo Pedro Taques, a situação na unidade é crítica, médicos com salários atrasados, falta de medicamentos e insumos entre vários outros problemas.

A situação é tão grave que o prefeito de Confresa Ronio Condão (PSDB), que é médico, estuda voltar a atender na unidade para evita o colapso nos atendimentos.

A situação de Confresa é parecida com a de outras cidades do estado que também enfrentam uma situação crítica por conta da falta de repassasses, em algumas regionais, hospitais estão quase fechando as portas.

Procurado o Governo do Estado de Mato Grosso, confirmou via assessoria de imprensa que último repasse financeiro foi realizado pela Secretária de Estado de Saúde, foi em junho, estando pendentes os meses de julho, agosto e setembro. E uma ainda do ano passado que não foi paga.

Questionado sobre a previsão para a regularização dos repasses a assessoria informou apenas que a Secretaria de Saúde aguarda repasse financeiro da SEFAZ para regularizar o pagamento, situação que segundo a pasta não tem previsão para acontecer.  

Fonte: Redação

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